Djokovic beneficia ações sociais e em breve estará de volta às quadras
Desde o torneio de Cincinnati, Novak Djokovic já se queixava de problemas no ombro. No US Open, Novak Djokovic já vinha sentido dores muito fortes nas costas. Vimos isso na final contra o espanhol Rafael Nadal quando Nole pediu atendimento médico após quase 4 horas de jogo.
Djokovic explicou que nunca sofreu este tipo de lesão. “Enfrento este problema desde o US Open. Ele foi piorando durante o torneio e, na final contra Nadal, senti dores agudas”, revelou o sérvio, campeão do Grand Slam americano. “Por sorte, eu consegui aguentar. Sobrevivi até o quarto set e venci o torneio”.
Com a finalização tardia do US Open, o sérvio, Novak Djokovic, atual número 1 da ATP, não teve tempo para descansar e acabou sendo forçado a abandonar a Copa Davis, na partida contra o argentino Juan Martin Del Porto, devido a fortes nas costas.
Quando vimos nossos atletas favoritos dando o sangue em grandes torneios vibramos: “Nossa! Foi um jogo e tanto!”, “Djokovic está jogando muito”, “O cara arrebenta”. Vida de atleta é assim! Uma dor aqui, outra dor ali. É! Não é fácil chegar ao topo e ser número 1 do mundo. Isso exige muita ralação. Tanta dedicação, força, treino, além do stress das competições podem colocar em risco a própria saúde física dos tenistas que admiramos.
Mas vamos ao que interesssa. Djokovic está bem. A lesão foi uma ruptura no músculo das costas que vai precisar de descanso. Até então, Djokovic está fora da turnê asiática que inclui ATP 500 de Pequim e ainda não sabe se jogará no Masters 1000 de Xangai.
Enquanto descansa, Djokovic se dedicou aos serviços sociais. No domingo passado, dia 26, em encontro beneficente da UNICEF com crianças num hospital de Smederevo, nos arredores de Belgrado, em seu país natal, no qual o tenista foi nomeado Embaixador da Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância), avisou que na sexta-feira decidiria sobre a participação nas duas competições.
“Espero estar recuperado até lá. De qualquer jeito, não vou correr o risco de agravar a lesão. É por isso que fica difícil prever por quanto tempo vou descansar”, justificou o sérvio, que não terá a liderança ameaçada por conta das ausências nos próximos torneios.
Em função das ações sociais, o seu período de recuperação não impediu que o número 1 do mundo do tênis disputasse uma partidinha de futebol com o time feminino do Estrela Vermelha, um dos mais tradicionais clubes da Sérvia, na cidade de Belgrado. A partida serviu para ajudar a arrecadar fundos para a campanha “Batalha por bebês”, que busca recursos para colocar 100 novas incubadoras em maternidades da Sérvia.
“Decididamente, o futebol é mais difícil. Fui obrigado a estar sempre atento para não cair em fora-de-jogo e, por outro lado, tentar não ser egoísta e passar a bola no tempo correto”.
Depois da partida de futebol torcemos para que o número 1 se recupere totalmente continue fazendo uma brilhante carreira nas quadras de Xangai.
Além do sérvio, outra baixa importante em Pequim será a do sueco Robin Soderling. Com a desistência dos dois principais candidatos ao título, o francês Jo-Wilfried Tsonga será alçado a posição de cabeça de chave número 1, seguido pelo tcheco Tomas Berdych, pelo espanhol Nicolas Almagro e pelo compatriota Gael Monfils. O paulista Thomaz Bellucci está garantido na chave principal enquanto João “Feijão” Souza deverá tentar a sorte no qualificatório.







