Novak Djokovic fala sobre a vitória do Australian Open 2012

2 fev

Depois de uma disputa épica e histórica, o sérvio Novak Djokovic, o número 1, fala em entrevista tudo sobre a conquista do título do Australian Open de 2012.

Novak Djokovic joga de YouTek™ IG Speed MP 18/20

HEAD Prestige – A mais perfeita precisão desde 1987

19 jan

A HEAD comemora 25 anos de aniversário da Prestige com campanha nas mídias sociais durante todo o ano

25 anos de Prestige – E a lenda continua!

Uma raquete se tornou lendária ao fazer história no tênis mundial. Ano após ano, ela vem redefinindo o mercado de raquetes no que diz respeito ao controle e toque: A lendária Prestige. Para comemorar 25 anos de excelência da raquete Prestige, a HEAD acaba de lançar a nova linha YouTek™ IG Prestige 2012.

É uma raquete clássica, com 25 anos de tradição. Desde 1987, a Prestige acompanha grandes atletas, tais como Henri Leconte, Emilio Sanchez, Thomas Muster, Alberto Berasategui, Goran Ivanisevic, Gustavo Kuerten, Marat Safin, Rainer Schüttler e, atualmente, Robin Soderling.  Todos eles elogiam a Prestige e falam que só quem já jogou de Prestige reconhece seu som e toque exclusivo.

“É difícil descrever, só quem joga com Prestige entende” confirma Robin Soderling. “A raquete Prestige me dá a melhor potência e controle” afirma o sueco, duas vezes finalista do Aberto da França. Soderling exerceu um papel importante ao endorssar a nova linha Prestige, incluindo as raquetes MP, MID e S.

Com a adição da tecnologia IG às raquetes incorporam características especiais da Innegra™, fibra mais leve do mundo que, junto com a tecnologia do carbono, forma um composto híbrido ultra resistente. Em suma, mais leveza e mais resistência para a Prestige e Radical.

Os benefícios finais são claros: maior estabilidade; vibrações reduzidas em até 17% no impacto da bola para maior controle e precisão; mais desempenho e durabilidade.

Innegra™ é a fibra mais leve existente hoje em dia e que oferece o melhor desempenho. Sua rigidez em combinação com a fibra do carbono conduzem a um novo composto híbrido ultra resistente.

O composto híbrido Innegra™, também usado na Fórmula 1,  integrado à raquete proporciona melhor absorção de impacto e maior estabilidade. A nova tecnologia permite que as vibrações do impacto da bola sejam reduzidas em até 17%, minimizando os riscos de lesões e oferecendo mais controle e precisão.

O novo design está deslumbrante! A raquete é toda trabalhada em cores monocromáticas inspiradas no vermelho tradicional da Prestige,  além de texturas em contraste e ícones geométricos em tom sobre tom.

A nova linha YouTek™ IG Prestige estará disponível a partir de fevereiro nas melhores lojas Brasil.

Para comemorar o 25º aniversário da Prestige, a HEAD vai lançar antes do Australian Open um aplicativo no facebook http://www.facebook.com/headtennis e uma série de virais da Prestige no http://www.youtube.com/headtennis

Os fãs terão a chance de se aproximar dos grandes tenistas, que fizeram história junto com a Prestige, para celebrar os 25 anos de absoluta precisão.

http://www.head.com/tennis/products/racquets/tour/prestige/?region=eu

Fiquem ligados!

Robin Soderling joga de YouTek™ IG Prestige MP

Djokovic segue líder e Murray pode tomar lugar de Federer

10 out

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A meta do britânico Andy Murray de terminar a temporada como número 3 está cada vez mais próxima. Com o título conquistado no último domingo em Tóquio, o escocês de Dunblane já pode sonhar em derrubar o suíço Roger Federer já nesta semana, mas para isso precisa faturar o bicampeonato no Masters 1000 de Xangai.

Finalista do ano passado, Federer não disputa o Masters chinês nesta temporada e não irá defender os 600 pontos conquistados em 2010. Como a diferença atual entre ele e Murray é de quase 500 pontos, se o britânico conseguir repetir a campanha do último ano e voltar a triunfar em Xangai, ele sairá da China como o novo terceiro colocado no ranking.

Mesmo se não conseguir levantar a taça em Xangai, um vice-campeonato não seria de todo mal para Murray, que descontaria 200 pontos sobre o suíço e iria pressioná-lo na temporada coberta europeia, na qual Federer defende as semifinais no Masters 1000 de Paris e, principalmente, o titulo no ATP Finals.

O sérvio Novak Djokovic segue líder absoluto, com quase 4 mil pontos de vantagem em relação ao espanhol Rafael Nadal, o segundo colocado.  A única mudança no top 10 foi a ascensão do tcheco Tomas Berdych, que ganhou três postos e subiu para a sétima colocação graças ao título em Pequim, encerrando um jejum de 29 meses.

Berdych ultrapassou os franceses Jo-Wilfried Tsonga e Gael Monfils, respectivamente 8 e 10 do mundo, e o norte-americano Mardy Fish, nono no ranking mundial. Completam a lista dos 10 melhores da ATP o espanhol David Ferrer (5º) e o sueco Robin Soderling (6º).

Andy Murray joga de YouTek Radical Pro

Novak Djokovic joga de YouTek™ IG Speed MP 18/20

Fonte: Tênis Brasil

Com título em Xangai, Murray assumirá o número 3

10 out

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Quem defendia o título era Rafael Nadal, número 2 do mundo. E o início do jogo neste domingo dava a entender que o espanhol manteria a coroa no ATP 500 de Tóquio. Faltou combinar com o britânico do outro lado da rede. Após perder o primeiro set, Andy Murray, quarto do ranking, atropelou o adversário com direito a pneu na terceira parcial. A vitória de virada por 2 a 1, com parciais de 3/6, 6/2 e 6/0, não apenas garantiu o título de Murray na capital japonesa como esticou para um ano o jejum de Nadal em quadra rápida – seu último título neste piso foi justamente em Tóquio, em 2010.

Como se não bastasse a conquista individual, Murray também faturou o título nas duplas, jogando ao lado do irmão Jaime. Na final eles bateram o tcheco Frantisek Cermak e o eslovaco Filip Polasek por 2 sets a 0 (6/1 e 6/4).

Pela primeira vez na carreira, Murray chegou às finais de simples e duplas no mesmo torneio ATP. O fato de jogar em família realçou ainda mais a conquista

- É claro que jogar com seu irmão torna tudo mais especial. É a segunda vez que vencemos juntos, e ele jogou muito bem. Eu joguei bem nos últimos meses, em Cincinnati e no US Open. Preciso manter as vitórias e, quem sabe, chegarei à terceira posição do ranking. Não é uma obrigação, mas é um objetivo que eu tracei para os últimos torneios do ano – afirmou Murray, que venceu 21 dos últimos 22 jogos.

O britânico estreou no torneio japonês com uma difícil vitória sobre o cipriota Marcos Baghdatis por 2 a 1 (7/6, 2/6 e 6/4). Depois, passou como um furacão pelo americano Alex Bogomolov Jr. (6/1 e 6/2) nas oitavas, e com autoridade pelo argentino David Nalbandian (6/4 e 7/5) nas quartas. Na semifinal, bateu o espanhol David Ferrer, quinto do ranking, por 2 sets a 0 (6/1 e 6/3).

O começo de Murray não foi muito animador na decisão contra Nadal. Ele entregou um serviço logo no início. Ao longo da primeira parcial ele evoluiu e pressionou o espanhol, que no entanto manteve a calma para fechar em 6/3.

No segundo set, o britânico quebrou o serviço do rival no quarto game e salvou seu saque no seguinte, após ver Nadal abrir 40/0. Abriu 4/1 e garantiu a tranquilidade necessária para empatar a partida.

A terceira parcial foi uma das melhores da carreira de Murray em confrontos com Nadal – ele tinha perdido para o espanhol nas semifinais de Roland Garros, Wimbledon e US Open neste ano. Foram três quebras de serviços, sem dar chances ao adversário.

- Certamente no terceiro set foi uma das minhas melhores atuações contra ele. Eu estava consistente, não cometi muitos erros e mantive a cabeça fria nos momentos importantes – declarou o campeão.

Andy Murray joga de YouTek Radical Pro

Fonte: Globo Esporte

Sharapova vai fazer o possível para se recuperar para Istambul

30 set

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No torneio de Pequim, na China, que já havia sido anunciada a má notícia sobre a ausência do favorito Novak Djokovic, o número 1 da ATP, recebeu outra notícia ruim. A ex-número 1 e atual vice-líder do WTA anunciou sua desistência devido a  torção que sofreu no tornozelo durante a disputa pela semifinal do Premiere de Tóquio, no Japão.

No início do ano, a russa começou como número 14 da ranking. Assim que começou a jogar de Instinct chegou ao número 2 do ranking. Bonita, simpática e com milhões de fãs pelo mundo afora, Sharapova tem feito uma ótima carreira nesta temporada.  Em Tóquio, Sharapova prometia. Ela tinha a chance da revanche e garantir a vaga na semifinal contra a rival Petra Kvitova, número 6 do ranking, que eliminou a sua possibilidade do bicampeonato de Wimbledon este ano. Mas ainda não foi dessa vez. A musa jogava o primeiro set em Tóquio nas quartas de final quando torceu o tornozelo esquerdo e precisou abandonar as quadras de imediato.


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“Dei um saque e caí estranhamente sobre meu tornozelo esquerdo. Senti uma forte dor e logo em seguida fui ao chão. Na hora, senti que não havia maneira de seguir na partida”, declarou Sharapova, que ficou apenas 35 minutos em quadr na disputa contra Kvitova.

Mesmo assim Sharapova tranquilizou os fãs: “A boa notícia é que os exames mostraram que não há lesão séria no tornozelo”, disse Sharapova que tem como próxima competição o WTA Championship, torneio que reúne as oito melhores do ano em Istambul (Turquia). “Vou fazer o possível para me recuperar para Istambul”, disse a tenista.

Enquanto isso no Premiere de Tóquio, na final de sábado, Vera Zvonareva vai encarar Agnieszka Radwanska. A polonesa avançou para a decisão ao derrotar a bielo-russa Victoria Azarenka, número 3 do mundo, por 2 sets a 1, com parciais de 6/3, 4/6 e 6/2, em 2 horas e 31 minutos.

Melhoras para Maria Sharapova e para Novak Djokovic que também está em período de recuperação devido a lesão nas costas. Nossos atletas HEAD jogam com raça e dão o sangue,  mas merecem um descanso.

Confira como foi o vídeo do 1º set da partida entre Maria Sharapova e Petra Kvitova.

Maria Sharapova deixa a quadra e recebe aplauso da torcida.

Maria Sharapova joga de YouTek™ IG Instinct MP