Djokovic beneficia ações sociais e em breve estará de volta às quadras

28 set

Desde o torneio de Cincinnati, Novak Djokovic já se queixava de problemas no ombro. No US Open, Novak Djokovic já vinha sentido dores muito fortes nas costas. Vimos isso na final contra o espanhol Rafael Nadal quando Nole pediu atendimento médico após quase 4 horas de jogo.

Djokovic explicou que nunca sofreu este tipo de lesão. “Enfrento este problema desde o US Open. Ele foi piorando durante o torneio e, na final contra Nadal, senti dores agudas”, revelou o sérvio, campeão do Grand Slam americano. “Por sorte, eu consegui aguentar. Sobrevivi até o quarto set e venci o torneio”.

Com a finalização tardia do US Open, o sérvio, Novak Djokovic, atual número 1 da ATP, não teve tempo para descansar e acabou sendo forçado a abandonar a Copa Davis, na partida contra o argentino Juan Martin Del Porto, devido a fortes nas costas.

Quando vimos nossos atletas favoritos dando o sangue em grandes torneios vibramos: “Nossa! Foi um jogo e tanto!”, “Djokovic está jogando muito”, “O cara arrebenta”. Vida de atleta é assim! Uma dor aqui, outra dor ali. É! Não é fácil chegar ao topo e ser número 1 do mundo. Isso exige muita ralação. Tanta dedicação, força, treino, além do stress das competições podem colocar em risco a própria saúde física dos tenistas que admiramos.

Mas vamos ao que interesssa. Djokovic está bem. A lesão foi uma ruptura no músculo das costas que vai precisar de descanso. Até então, Djokovic está fora da turnê asiática que inclui ATP 500 de Pequim e ainda não sabe se jogará no Masters 1000 de Xangai.

Enquanto descansa, Djokovic se dedicou aos serviços sociais. No domingo passado, dia 26, em encontro beneficente da UNICEF com crianças num hospital de Smederevo, nos arredores de Belgrado, em seu país natal, no qual o tenista foi nomeado Embaixador da Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância), avisou que na sexta-feira decidiria sobre a participação nas duas competições.

“Espero estar recuperado até lá. De qualquer jeito, não vou correr o risco de agravar a lesão. É por isso que fica difícil prever por quanto tempo vou descansar”, justificou o sérvio, que não terá a liderança ameaçada por conta das ausências nos próximos torneios.

Em função das ações sociais, o seu período de recuperação não impediu que o número 1 do mundo do tênis disputasse uma partidinha de futebol com o time feminino do Estrela Vermelha, um dos mais tradicionais clubes da Sérvia, na cidade de Belgrado. A partida serviu para ajudar a arrecadar fundos para a campanha “Batalha por bebês”, que busca recursos para colocar 100 novas incubadoras em maternidades da Sérvia.

“Decididamente, o futebol é mais difícil. Fui obrigado a estar sempre atento para não cair em fora-de-jogo e, por outro lado, tentar não ser egoísta e passar a bola no tempo correto”.

Depois da partida de futebol torcemos para que o número 1 se recupere totalmente continue fazendo uma brilhante carreira nas quadras de Xangai.

Além do sérvio, outra baixa importante em Pequim será a do sueco Robin Soderling. Com a desistência dos dois principais candidatos ao título, o francês Jo-Wilfried Tsonga será alçado a posição de cabeça de chave número 1, seguido pelo tcheco Tomas Berdych, pelo espanhol Nicolas Almagro e pelo compatriota Gael Monfils. O paulista Thomaz Bellucci está garantido na chave principal enquanto João “Feijão” Souza deverá tentar a sorte no qualificatório.

Sharapova bate Zvonareva em exibição na Ásia

23 set

.

.

.

Após tirar da compatriota a condição de número 2 do mundo, Maria Sharapova superou Vera Zvonareva em quadra. A campeã de três Grand Slam derrotou “Bepa” numa exibição em Taiwan, por 6/3 e 6/4. Foi a primeira aparição nas quadras de Sharapova desde o US Open.

Em Nova York, Zvonareva foi melhor e chegou até às quartas de final, perdendo para a campeã australiana Samantha Stosur. Já Sharapova parou diante da italiana Flavia Pennetta na terceira rodada numa partida de três sets. Mesmo com a derrota inesperada, Sharapova foi a tenista mais regular em Slam na temporada.

Já Zvonareva, que não defendeu os pontos do vice-campeonato de 2010, caiu para a quarta posição. A finalista de dois Grand Slam também participou de uma exibição com Elena Dementieva, que parou de jogar no final do ano passado, em Kazan, no ginásio em que a Rússia derrotou o Brasil na Copa Davis. Em seu país natal, Zvonareva venceu o jogo.

Taiwan também verá a partida entre Rafael Nadal e David Ferrerno dia 1º de outubro. O número 2 do mundo joga logo depois o ATP 500 de Tóquio, onde tentará defender seu título.

Maria Sharapova joga de YouTek™ IG Instinct MP

Fonte: Tênis Brasil

Lesão de Djokovic é menos séria que o esperado

20 set

Forçado a abandonar sua partida contra o argentino Juan Martin del Potro pelas semifinais da Copa Davis, o sérvio Novak Djokovic afirmou nesta segunda-feira que a lesão nas costas, responsável por tirá-lo de quadra, não é tão grave como se esperava.

“Não é tão grave como nós pensávamos. Foi uma ruptura parcial no músculo das costas que vai precisar de um tempo de descanso”, declarou o número 1 do mundo, que já havia abandonado a final em Cincinnati com problemas no ombro e começou a sentir a lesão nas costas na final do US Open.

O número 1 do mundo, mesmo ainda com as costas incomodando, entrou neste domingo em quadra no sacrifício para tentar salvar o time sérvio, atual campeão, mas não deu certo e acabou tendo que abandonar. A Argentina liderava o confronto por 2 a 1 e com a desistência de Djokovic ganhou vaga na final da Davis.

Apesar de informar que a lesão não é tão grave quanto o esperado, Djokovic não comentou sobre o período de recuperação e também não deu prazos para sua volta ao circuito. Com isso, sua participação nos torneios da turnê asiática, que incluiria o ATP 500 de Pequim e o Masters 1000 de Xangai, fica em xeque.

Melhoras para o Nole!

Fonte: Tênis Brasil

NO.VAK bate Nadal em duelo épico

13 set

.

.

.

Dois touros se enfrentaram em um clássico duelo entre o atual número 1, Novak Djokovic contra o ex-número 1, Rafael Nadal.  Difícil descrever o que Djokovic anda fazendo em quadra. Foi  a sexta vez que Nole levou a melhor sobre Nadal em uma final. Em uma árdua partida de 4h10min, o sérvio de Belgrado manteve sua hegemonia sobre o espanhol de Mallorca, o ex-número 1 Rafael Nadal, ao conquistar o terceiro Grand Slam da temporada em quatro sets. A partida final do US Open de 2011 finalizou com parciais de 6/2, 6/4, 6/7 (3-7) e 6/1.

O Jogo

  • Primeiro set

No primeiro set, Nadal começou bem e quebrou Djokovic para abrir 2/0. Nole passou a explorar bem o revés do espanhol e colher erros do rival. Com games longos, o sérvio conseguiu três quebras e venceu seis games seguidos para largar em vantagem e venceu o set por 6/2.

  • Segundo set

O segundo set foi bem parecido. Mais uma vez o sérvio viu Nadal vencer os dois primeiros games, mas, logo em seguida, Djokovic empatou em 2/2. O sérvio abriu para 4/2, mas Nadal reagiu e empatou em 4/4. O público já impaciente chegou a atrapalhar Djokovic se precipitando ao gritar bolas fora.  O árbitro teve que chamar a atenção do público para que fizesse silêncio e não dispersasse os tenistas. Mesmo assim, o número 1 do mundo conseguiu virar a situação venceu por 6/4. Notava-se a incrível a facilidade do Djokovic de mudar a direção da bola com golpes fortes e rápidos com muita técnica e confiança.

  • Terceiro set

Se nos dois primeiros sets anteriores o sérvio saiu atrás, no terceiro set foi justamente o oposto. Djokovic começou bem, mas Nadal uniu forças, parecia mais solto, conseguiu encaixar seu primeiro ace, melhorou seu serviço que estava sendo um martírio para ser fechado. Djokovic se viu em uma situação delicada. Os dois acabaram caindo no tiebreak e Nadal venceu o set por 6/7 (3-7).

  • Quarto set

Com 4 horas de jogo, bem no início do quarto set, Djokovic pediu atendimento médico devido fortes dores nas costas e as bolas baixas poderiam agravar a situação física do sérvio. Logo após o atendimento Nole já aparentava reação, mas agora era o físico de Nadal que não agüentava mais.  O espanhol começou a sentir a coxa, e foi a oportunidade do atual número 1 comandar o set e finalizar com vitória esplêndida.  Nem mesmo os problemas nas costas e a queda na parcial anterior mexeram com a confiança do sérvio, que dominou o set e venceu facilmente por 6/1, com duas quebras sobre Nadal.

Resumo do jogo

Djokovic encaixou 55 winners na partida e cometeu 51 erros não-forçados, enquanto Nadal encaixou 32 bolas vencedoras e cometeu 37 equívocos. O que chamou atenção na partida foi o número excessivo de quebras, 17 ao todo, sendo 11 a favor do sérvio e 6 do espanhol.  Foi uma partida e tanto! Impossível escolher o ponto mais bonito da final.

A premiação

A conquista do US Open renderá ao sérvio US$ 2,3 milhões, sendo 1,8 por conta da premiação dada ao primeiro colocado e mais 500 mil de bonificação por ele ter fechado o US Open Series em segundo, atrás apenas do norte-americano Mardy Fish. Agora, Djokovic soma mais de 30 milhões em prêmios na carreira.

A diferença dos dois e os títulos de Nole

Os únicos a levantar três taças deste nível em uma mesma temporada, além do Novak Djokovic, foram apenas o próprio Rafael Nadal, o suíço Roger Federer, o sueco Mats Wilander, o norte-americano Jimmy Connors e o australiano Rod Laver.

Somente este ano, com mais essa taça, Nole somou seu décimo título, sendo três de Grand Slams, e até aqui só não venceu duas das 66 partidas disputadas em 2011. A melhor temporada já realizada por um tenista na história foi a do americano John McEnroe, que ganhou 82 jogos e perdeu três em 1984. Nole completa a sexta vitória sobre Nadal, todas elas em finais – Indian Wells, Miami, Madri, Roma, Wimbledon e agora Nova York.  A vantagem do espanhol nos confrontos diretos entre os dois é de 16 a 13.

No total da carreira, esse é seu 28º título e quarto de Grand Slam. Agora, o atual número 1 do mundo aumentará para 4.100 pontos a sua vantagem na ponta do ranking da ATP, em que o segundo colocado é justamente Nadal.

Nadal diz que fez que tudo, mas elogia Djokvic e afirma continuar lutando

“Quero parabernizar o Djokovic, ele esta inacreditável, fazendo um belo trabalho este ano. Ele sempre tem uma resposta mesmo quando tentei ser agressivo, tentei de tudo e estou feliz por isso e não vou desistir, vou continuar tentando, vou correr atrás de tudo”, afirmou o espanhol durante a cerimônia de entrega de troféus.

.

Djokovic agradece

“Este é um dos quatro maiores eventos do nosso esporte”, comentou Djokovic. ”É um prazer ser um dos poucos jogadores que tem levantado este troféu. Eu não poderiafazê-lo sem o time que eu amo e respeito muito. ”

Novak Djokovic joga de YouTek™ IG Speed MP 18/20

Murray destaca paciência em busca de 1º Slam

12 set

O britânico Andy Murray admitiu que a paciência, tanto em quadra como em sua perseguição por uma inédita conquista em Grand Slam, é uma virtude sua. Neste sábado, mais uma vez ele falhou em um dos quatro principais torneios de temporada e caiu nas semifinais do US Open, diante do espanhol Rafael Nadal.

Cabeça de chave número 4, o escocês de Dunblane afirmou que o seu começo de partida acabou lhe custando a derrota para o atual campeão em Flushing Meadows, com parciais de 6/4, 6/2, 3/6 e 6/2. “Talvez eu estivesse indo demais para os grandes golpes logo no princípio. No terceiro e quarto sets fui mais paciente e esperei pelos melhores momentos”, avaliou Murray.

Para o britânico, o duro jogo com o local John Isner na rodada anterior talvez tenha atrapalhado um pouco na hora de tentar reagir contra Nadal. “Foi duro, pois quando se tem uma longa partida no dia anterior, você precisa conseguir se equilibrar mentalmente de volta”, comentou o atleta de 24 anos, que terá de esperar mais um pouco para vencer seu primeiro Slam.

“Qualquer um que vá jogar com Rafa sabe que irá enfrentar ralis longos. Por isso, se você tiver oportunidade de encurtar os pontos será bom fazer isso”, afirmou Murray. Ele ainda acrescentou que começou a sentir as costas no fim do duelo. “É claro que quando você joga três partidas melhores de cinco set em três dias seguidos, alguma dor vai aparecer”, disparou.

Apesar de ter ficado mais uma temporada sem vencer um título de Grand Slam, o escocês teve bom desempenho nos quatro grandes torneios do ano, atingindo as semifinais em todos eles. “(Vencer um Slam) é algo que eu quero conseguir, mas se você for julgar a carreira inteira de alguém baseado apenas nisso, a minha está sendo terrível até agora”, ironizou o número 4 do mundo.

Fonte: Tênis Brasil