Atletas HEAD brilham na Copa Guga Kuerten

17 out

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A Semana Guga Kuerten só deu HEAD. A Copa Guga Kuerten é um dos principais torneios de tênis do país. Foram 10 dias de competição no Jurerê Sports Center, em Florianópolis (SC). O torneio ganhou importância maior com a grande novidade deste ano. As  competições agora somam pontos no ranking internacional: nas categorias 14 e 16 a Copa Guga Kuerten integra o Circuito Sul Americano (COSAT G3 e CBT G2), já os tenistas inscritos na 18 anos somam pontos no Circuito Mundial Júnior da ITF (G5).  Para a categoria 12 anos, é G2 (pontuação normal) no ranking da CBT (Confederação Brasileira de Tênis).

O evento que reuniu 704 atletas, representando 19 países, foi aberto com o Torneio Profissional de Cadeirantes, no último dia 6, seguido pelo jogo-exibição entre Gustavo Kuerten e Carlos Moyá, no dia 8, e encerrado neste domingo com as finais da Copa Guga Kuerten e o Torneio de Minitênis. A Copa Guga Kuerten definiu, neste domingo, os campeões de 2011, em rodada no Jurerê Sports Center, em Florianópolis (SC), premiando os atletas da nova geração do tênis brasileiro.

“Os treinadores representam a alma do nosso tênis, são responsáveis, junto com a família, pela formação dos tenistas. Acreditem neles, invistam neles. Esta semana acho que foi uma experiência fantástica aqui em Jurerê. Considerem-se donos do evento, contamos com vocês”, declarou Guga na solenidade de encerramento.

Veja a lista dos campeões de simples e dupla de 2011:

12 feminino simples: Luíza Braghini

12 feminino duplas: Luíza Braghini e Kathleen Percegona

12 masculino simples: Igor Gimenez

12 masculino duplas: Lucas Cruz (HEAD) e Luiz Kepler

14 feminino simples: Maria Clara da Silva

14 feminino duplas: Victoria Cafruni (HEAD) e Ana Farinha (HEAD)

14 masculino simples: José Evaldo Neto (HEAD)

14 masculino duplas: José Evaldo Neto (HEAD) e Leonardo Menezes (HEAD)

16 feminino simples: Letícia Monteiro (HEAD)

16 feminino duplas: Ana Laura John (HEAD) e Letícia Monteiro (HEAD)

16 masculino simples: Marcelo Tebet Filho (HEAD)

16 masculino duplas: Marcelo Tebet Filho (HEAD) e Osny Santos Jr. (HEAD)


18 feminino simples: Beatriz Haddad Maia (HEAD)

18 feminino simples: Beatriz Haddad Maia (HEAD) e Luísa Rosa

18 masculino simples: João Pedro Sorgi (HEAD)

18 masculino duplas: Bernardo Casares e Rodrigo Hadlich

Parabéns Atletas Time Elite!

Djokovic segue líder e Murray pode tomar lugar de Federer

10 out

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A meta do britânico Andy Murray de terminar a temporada como número 3 está cada vez mais próxima. Com o título conquistado no último domingo em Tóquio, o escocês de Dunblane já pode sonhar em derrubar o suíço Roger Federer já nesta semana, mas para isso precisa faturar o bicampeonato no Masters 1000 de Xangai.

Finalista do ano passado, Federer não disputa o Masters chinês nesta temporada e não irá defender os 600 pontos conquistados em 2010. Como a diferença atual entre ele e Murray é de quase 500 pontos, se o britânico conseguir repetir a campanha do último ano e voltar a triunfar em Xangai, ele sairá da China como o novo terceiro colocado no ranking.

Mesmo se não conseguir levantar a taça em Xangai, um vice-campeonato não seria de todo mal para Murray, que descontaria 200 pontos sobre o suíço e iria pressioná-lo na temporada coberta europeia, na qual Federer defende as semifinais no Masters 1000 de Paris e, principalmente, o titulo no ATP Finals.

O sérvio Novak Djokovic segue líder absoluto, com quase 4 mil pontos de vantagem em relação ao espanhol Rafael Nadal, o segundo colocado.  A única mudança no top 10 foi a ascensão do tcheco Tomas Berdych, que ganhou três postos e subiu para a sétima colocação graças ao título em Pequim, encerrando um jejum de 29 meses.

Berdych ultrapassou os franceses Jo-Wilfried Tsonga e Gael Monfils, respectivamente 8 e 10 do mundo, e o norte-americano Mardy Fish, nono no ranking mundial. Completam a lista dos 10 melhores da ATP o espanhol David Ferrer (5º) e o sueco Robin Soderling (6º).

Andy Murray joga de YouTek Radical Pro

Novak Djokovic joga de YouTek™ IG Speed MP 18/20

Fonte: Tênis Brasil

Com título em Xangai, Murray assumirá o número 3

10 out

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Quem defendia o título era Rafael Nadal, número 2 do mundo. E o início do jogo neste domingo dava a entender que o espanhol manteria a coroa no ATP 500 de Tóquio. Faltou combinar com o britânico do outro lado da rede. Após perder o primeiro set, Andy Murray, quarto do ranking, atropelou o adversário com direito a pneu na terceira parcial. A vitória de virada por 2 a 1, com parciais de 3/6, 6/2 e 6/0, não apenas garantiu o título de Murray na capital japonesa como esticou para um ano o jejum de Nadal em quadra rápida – seu último título neste piso foi justamente em Tóquio, em 2010.

Como se não bastasse a conquista individual, Murray também faturou o título nas duplas, jogando ao lado do irmão Jaime. Na final eles bateram o tcheco Frantisek Cermak e o eslovaco Filip Polasek por 2 sets a 0 (6/1 e 6/4).

Pela primeira vez na carreira, Murray chegou às finais de simples e duplas no mesmo torneio ATP. O fato de jogar em família realçou ainda mais a conquista

- É claro que jogar com seu irmão torna tudo mais especial. É a segunda vez que vencemos juntos, e ele jogou muito bem. Eu joguei bem nos últimos meses, em Cincinnati e no US Open. Preciso manter as vitórias e, quem sabe, chegarei à terceira posição do ranking. Não é uma obrigação, mas é um objetivo que eu tracei para os últimos torneios do ano – afirmou Murray, que venceu 21 dos últimos 22 jogos.

O britânico estreou no torneio japonês com uma difícil vitória sobre o cipriota Marcos Baghdatis por 2 a 1 (7/6, 2/6 e 6/4). Depois, passou como um furacão pelo americano Alex Bogomolov Jr. (6/1 e 6/2) nas oitavas, e com autoridade pelo argentino David Nalbandian (6/4 e 7/5) nas quartas. Na semifinal, bateu o espanhol David Ferrer, quinto do ranking, por 2 sets a 0 (6/1 e 6/3).

O começo de Murray não foi muito animador na decisão contra Nadal. Ele entregou um serviço logo no início. Ao longo da primeira parcial ele evoluiu e pressionou o espanhol, que no entanto manteve a calma para fechar em 6/3.

No segundo set, o britânico quebrou o serviço do rival no quarto game e salvou seu saque no seguinte, após ver Nadal abrir 40/0. Abriu 4/1 e garantiu a tranquilidade necessária para empatar a partida.

A terceira parcial foi uma das melhores da carreira de Murray em confrontos com Nadal – ele tinha perdido para o espanhol nas semifinais de Roland Garros, Wimbledon e US Open neste ano. Foram três quebras de serviços, sem dar chances ao adversário.

- Certamente no terceiro set foi uma das minhas melhores atuações contra ele. Eu estava consistente, não cometi muitos erros e mantive a cabeça fria nos momentos importantes – declarou o campeão.

Andy Murray joga de YouTek Radical Pro

Fonte: Globo Esporte

Sharapova vai fazer o possível para se recuperar para Istambul

30 set

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No torneio de Pequim, na China, que já havia sido anunciada a má notícia sobre a ausência do favorito Novak Djokovic, o número 1 da ATP, recebeu outra notícia ruim. A ex-número 1 e atual vice-líder do WTA anunciou sua desistência devido a  torção que sofreu no tornozelo durante a disputa pela semifinal do Premiere de Tóquio, no Japão.

No início do ano, a russa começou como número 14 da ranking. Assim que começou a jogar de Instinct chegou ao número 2 do ranking. Bonita, simpática e com milhões de fãs pelo mundo afora, Sharapova tem feito uma ótima carreira nesta temporada.  Em Tóquio, Sharapova prometia. Ela tinha a chance da revanche e garantir a vaga na semifinal contra a rival Petra Kvitova, número 6 do ranking, que eliminou a sua possibilidade do bicampeonato de Wimbledon este ano. Mas ainda não foi dessa vez. A musa jogava o primeiro set em Tóquio nas quartas de final quando torceu o tornozelo esquerdo e precisou abandonar as quadras de imediato.


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“Dei um saque e caí estranhamente sobre meu tornozelo esquerdo. Senti uma forte dor e logo em seguida fui ao chão. Na hora, senti que não havia maneira de seguir na partida”, declarou Sharapova, que ficou apenas 35 minutos em quadr na disputa contra Kvitova.

Mesmo assim Sharapova tranquilizou os fãs: “A boa notícia é que os exames mostraram que não há lesão séria no tornozelo”, disse Sharapova que tem como próxima competição o WTA Championship, torneio que reúne as oito melhores do ano em Istambul (Turquia). “Vou fazer o possível para me recuperar para Istambul”, disse a tenista.

Enquanto isso no Premiere de Tóquio, na final de sábado, Vera Zvonareva vai encarar Agnieszka Radwanska. A polonesa avançou para a decisão ao derrotar a bielo-russa Victoria Azarenka, número 3 do mundo, por 2 sets a 1, com parciais de 6/3, 4/6 e 6/2, em 2 horas e 31 minutos.

Melhoras para Maria Sharapova e para Novak Djokovic que também está em período de recuperação devido a lesão nas costas. Nossos atletas HEAD jogam com raça e dão o sangue,  mas merecem um descanso.

Confira como foi o vídeo do 1º set da partida entre Maria Sharapova e Petra Kvitova.

Maria Sharapova deixa a quadra e recebe aplauso da torcida.

Maria Sharapova joga de YouTek™ IG Instinct MP

Djokovic beneficia ações sociais e em breve estará de volta às quadras

28 set

Desde o torneio de Cincinnati, Novak Djokovic já se queixava de problemas no ombro. No US Open, Novak Djokovic já vinha sentido dores muito fortes nas costas. Vimos isso na final contra o espanhol Rafael Nadal quando Nole pediu atendimento médico após quase 4 horas de jogo.

Djokovic explicou que nunca sofreu este tipo de lesão. “Enfrento este problema desde o US Open. Ele foi piorando durante o torneio e, na final contra Nadal, senti dores agudas”, revelou o sérvio, campeão do Grand Slam americano. “Por sorte, eu consegui aguentar. Sobrevivi até o quarto set e venci o torneio”.

Com a finalização tardia do US Open, o sérvio, Novak Djokovic, atual número 1 da ATP, não teve tempo para descansar e acabou sendo forçado a abandonar a Copa Davis, na partida contra o argentino Juan Martin Del Porto, devido a fortes nas costas.

Quando vimos nossos atletas favoritos dando o sangue em grandes torneios vibramos: “Nossa! Foi um jogo e tanto!”, “Djokovic está jogando muito”, “O cara arrebenta”. Vida de atleta é assim! Uma dor aqui, outra dor ali. É! Não é fácil chegar ao topo e ser número 1 do mundo. Isso exige muita ralação. Tanta dedicação, força, treino, além do stress das competições podem colocar em risco a própria saúde física dos tenistas que admiramos.

Mas vamos ao que interesssa. Djokovic está bem. A lesão foi uma ruptura no músculo das costas que vai precisar de descanso. Até então, Djokovic está fora da turnê asiática que inclui ATP 500 de Pequim e ainda não sabe se jogará no Masters 1000 de Xangai.

Enquanto descansa, Djokovic se dedicou aos serviços sociais. No domingo passado, dia 26, em encontro beneficente da UNICEF com crianças num hospital de Smederevo, nos arredores de Belgrado, em seu país natal, no qual o tenista foi nomeado Embaixador da Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância), avisou que na sexta-feira decidiria sobre a participação nas duas competições.

“Espero estar recuperado até lá. De qualquer jeito, não vou correr o risco de agravar a lesão. É por isso que fica difícil prever por quanto tempo vou descansar”, justificou o sérvio, que não terá a liderança ameaçada por conta das ausências nos próximos torneios.

Em função das ações sociais, o seu período de recuperação não impediu que o número 1 do mundo do tênis disputasse uma partidinha de futebol com o time feminino do Estrela Vermelha, um dos mais tradicionais clubes da Sérvia, na cidade de Belgrado. A partida serviu para ajudar a arrecadar fundos para a campanha “Batalha por bebês”, que busca recursos para colocar 100 novas incubadoras em maternidades da Sérvia.

“Decididamente, o futebol é mais difícil. Fui obrigado a estar sempre atento para não cair em fora-de-jogo e, por outro lado, tentar não ser egoísta e passar a bola no tempo correto”.

Depois da partida de futebol torcemos para que o número 1 se recupere totalmente continue fazendo uma brilhante carreira nas quadras de Xangai.

Além do sérvio, outra baixa importante em Pequim será a do sueco Robin Soderling. Com a desistência dos dois principais candidatos ao título, o francês Jo-Wilfried Tsonga será alçado a posição de cabeça de chave número 1, seguido pelo tcheco Tomas Berdych, pelo espanhol Nicolas Almagro e pelo compatriota Gael Monfils. O paulista Thomaz Bellucci está garantido na chave principal enquanto João “Feijão” Souza deverá tentar a sorte no qualificatório.